A filosofia do 2° Recanto – Parte XXIX

Então, o que este 2º Recanto traz para quem pratica é a força. A força desses animais, seja o beija-flor ou o elefante, é a mesma; não é porque é um bichinho pequenino em cima da flor que a energia é diferente: é a mesma de um elefante, daquele tamanho bruto.
Precisamos ter consciência disso e muita firmeza, pois, com nosso bichinho de estimação, o que devemos fazer é cuidar!
Como sempre digo, às vezes passo por certas casas e vejo o cachorrinho danado, arrebentado, cheio de coceira e sarna, entre outros problemas. Aproveito e olho as plantas: a terra dura, seca, a florzinha pedindo, pelo amor de Deus, uma gota d’água. E o pessoal pergunta: “O que faz um animal de Deus?”
Se você der carinho a ele, será carinhoso. Viverá muitos anos, mas, no dia em que você der um tapa na orelha dele, pode acreditar que ele vai aprontar alguma coisa; é como se dissesse: “Não vai ficar assim não”.
De vez em quando eu ralhava com o meu cachorro, falava: “moleque, sem vergonha!”, ele abaixava as orelhinhas e procurava o lugar mais baixo que não conseguia pegá-lo para entrar. Só por eu ter gritado com ele, eu me distraia ele ia à minha cama, do meu lado, fazer xixi ou coco, dependia da sua necessidade.
O animal é muito esperto. Por exemplo, como na história do cavalo do pai de uma aluna aqui presente: ele ia resolver suas coisas na cidade e, na volta, bebia sua cervejinha. O velhinho ficava meio alegre e comprava dois pastéis e cerveja preta; dava um pastel para o cavalo, pegava o chapéu, colocava cerveja para o cavalo e comia o outro pastel. Só que ele ficava de fogo, o cavalo não.
Veja o caminho que tinham de fazer: ao atravessar a Av. dos Bandeirantes, o cavalo olhava para um lado, olhava para o outro; quando não havia perigo, atravessava, e o velho, em cima da carroça, dormindo, ia para o sítio direitinho, sem esbarrar em nada, levando a carroça corretamente, e depois curtia sua fogueira.
Isso acontecia todas as vezes em que vinham à cidade; ele já sabia tanto que, no retorno para o sítio e nos botecos, parava. O patrão ficava feliz da vida. São coisas interessantes, acontecimentos que nos deixam abismados com o que o animal faz.
A alegria deles quando nos encontramos: o gato vem se esfregar na gente, todos os nossos bichinhos buscam carinho. (continua) Mestre Espiritualista Florêncio Antonio Lopes.
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