A Felicidade e o Equilíbrio da Mente – Parte II

abril 7, 2026 0 Por admin

Ter tudo de bom que queremos é mais fácil para os arquibilionários, que são “mendigos superiores”, e para os mendigos dos tostões, que são “arquibilionários inferiores”.

Quando não estamos felizes, não importa o conforto, a boa alimentação e as bebidas, nem se moramos em mansões ou dormimos no chão duro. Não importa não ter nada para comer, nem ter o direito de ter um amanhã. Arquibilionários e mendigos são iguais, porque não sabem ser felizes. Temos que aprender, gente: para sermos felizes, precisamos começar pela nossa mente e fazê-la ficar contente e confiante.

É simples de fazer. Já citei muitas vezes o “Magistralem Speculum”: ele transmite autoconfiança à nossa mente. Vou dar um exemplo: tenho um grande amigo que se diz “ateu convicto”.

A vida dele chegou ao pior ponto a que um ser humano podia chegar — e ao qual nunca desejaria chegar. Ele chegou a esse ponto quando resolveu vir conversar comigo. Eu o escutei atentamente, e ele disse que nem o suicídio deu certo, mostrando-me as cicatrizes nos dois punhos. Olhei para ele e vi que tinha vontade de chorar e de ser ouvido sobre o que estava passando. Então, dei a ele um presente: o meu “Magistralem Speculum”.

A partir daquele dia, ele passou a usá-lo. Passado um ano, ele voltou a sorrir e a contar piadas, o que é uma das coisas de que mais gosta. Hoje, ele olha para mim e diz: “Minha felicidade devo a você.” (Mestre Espiritualista Florêncio Antonio Lopes).

Amor Entre os Povos

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