Contador de Histórias

    Todos os seres humanos, sem exceção, gostam de ouvir histórias. Antigamente não havia jornais para ler e muito menos rádio para se ouvir, e nem passava pela mente das pessoas assistirem ou escutar ou ainda ler uma história.

    Mas naquela época, que já está longínqua, havia pessoas que dançavam; principalmente as moças bonitas que ali tiravam o seu dinheiro para sobreviver, mas também os homens cantavam como hoje em dia, o que nós chamamos de repentista, os que ficam nas praças cantando e ganhando algumas moedas, já existiam e os mais famosos eram as pessoas que contavam histórias.

    Estes, eram muito requisitados e ganhavam muitas moedas e grande parte deles fizeram verdadeiras fortunas porque eram privilegiados, tinham a facilidade de inventar uma história e quando era inédita tinha um valor financeiro muito bom e eram disputados pela nobreza, principalmente, os que tinham a facilidade de criar.

    Havia contadores de história que narravam suas histórias por episódios que duravam anos, estes ganhavam quanto queriam e assim foram surgindo muitos escritores de história. Mas o bom contador de histórias tem seu espaço garantido até nos dias de hoje que são nada menos que os escritores de novelas. Os grandes escritores que são os romancistas.

    Bem, podemos ainda acrescentar que o romantismo foi um movimento artístico que teve o seu início no Século XIX que cultuou o lirismo e o individualismo, os temas eram de ordem sentimental, o preferido pelo público de todas as camadas sociais eram os temas de reinados que eram bem atuais.

    O contador de história surgiu no Século XIX onde passou a ser e a ter uma classificação maior na nobreza e com uma condição social reconhecida.

    Hoje em dia contamos com grandes contadores e intérpretes de história. Mas, poucos são os criadores, podemos citar o fabuloso Paulo Coelho que teve um estudo maravilhoso, foi um excelente aluno e é muito arrojado, hoje faz fortunas. Eu particularmente o admiro, sofreu muito, foi considerado por seus familiares e amigos como um louco, um insano e que não tinha cura, só porque tinha uma mente criativa. E que eu também sou.

    Perante a minha família eu era um vagabundo que não queria nada com nada, pior ainda, quando optei aos poucos anos de vida para seguir a religião, aí eu era um inútil, e hoje, sou uma pessoa realizada e feliz porque apesar da pouca idade segui o que eu queria ser.

    Bem, assim como eu e o Paulo Coelho, em nossas caminhadas, os grandes mestres descobriram que tínhamos uma mente criativa e privilegiada para percorrer o caminho do bem, na verdade, somos um prestador de serviços, por este motivo que eu e Paulo Coelho mesmo seguindo caminhos opostos estamos realizando algo de bom para a humanidade e nos nossos estudos os nossos Mestres, nos ensinaram a curar e contar o que criamos.

    Por este motivo que narrei muitas histórias e muitas delas foram e ainda são muito divulgadas até hoje, com um porém, sempre as assinei como anônimo.