Amor Fraterno II

O verdadeiro amor é algo mais sublime que podemos dar e receber, que podemos chegar ao ponto mais culminante no nosso ponto de Fé, não importa quem seja Deus ou Brahma, Allah ou Cristo, Buda ou a nossa querida Nossa Senhora, todos eles nos criam grandes oportunidades na vida para que possamos nos libertar de nós mesmos, e que nós possamos esquecer tudo que fizemos de mal, para reconstruir novos caminhos de muita paz e amor.

Há muitas religiões dogmáticas e criadoras de formas pecaminosas e separatistas, que nada nos trazem além de uma experiência negativa, onde a criança aprende desde pequena querer mais: “isso é meu”, “você não sabe nada”, e com isso ela não sabe vencer porque lhe falta amor por estar sempre com anseio de busca do poder; as sociedades onde os indivíduos vale pelas suas manifestações exteriores do intelectualismo sempre procurando algo que é um sonho, que tem muitas dificuldades de alcança-lo na vida, ponha esse indivíduo a caminhar sem saber onde vai chegar, esse ser vai e vem de déu em déu numa luta que nem ele sabe porque está lutando, as ingratidões e os sofrimentos que ferem a alma do devoto que no começo da existência era uno com o seu Deus, tudo isto está arrancando do homem o grande amor para a humanidade.

Diferente do mundo atual que existe lógica e raciocínios. Aonde está aquele amor, aquela paixão, aquele impulso do coração, fontes de amor sem forma, expressão natural da vida que se identifica com algo, ou com alguém?

Hoje tudo é medido e pesado, é investigado através da mente humana que ilude e separa.

Tanto as religiões como os filósofos expressam de maneira de ser do indivíduo através de uma análise fria, de um julgamento pessoal e interessado. Ninguém se atira a uma causa religiosa ou social por amor à causa. Finalmente o indivíduo se vê na causa que defende, mas não se identifica com ela pelo que vale.

Ora, se a mente no trabalho vai se arrastando pela consciência, não existe amor ao trabalho qualquer que seja ele seja: político, social, religioso ou doutra espécie.

O amor religioso não se expande apenas diante de uma imagem, e sim através de um devoto que se integra com a flor, com o sorriso de uma criança, com alegria de quem ama ou com a dor de quem sofre.

A função verdadeira da religião é educar socialmente o indivíduo, mas, a função religiosa ensina o indivíduo a manifestar-se a encontrar-se em tudo que ele faz ou pensa, e nisso, não existe amor.

Então, ele coloca flores no seu jardim para gozar da sua beleza, mas, não sente a sua vida. Vai a igreja para cumprir com seu dever religioso, mas não sente a vida de Jesus Cristo, e nem a imagem de dever religioso que tem na sua frente.

Imagina que, essas pessoas, estudam filosofias desejando pela própria mente descobrir a Divindade em si, ignora que, enquanto ele não se identificar com o ser amado, num espírito de real amor, a divindade que já não se manifesta no seu coração.

É fácil desenvolver o princípio devocional através dos seres que estão mais próximo de nós, como por exemplo, as mães, ao se identificarem com a alegria e a dor de seus filhos e por eles, estendendo-lhes sua identificação a todas outras criancinhas.

Se não apenas conhecermos, mas sim, começássemos nos identificando com a família, amigos e conhecidos, que são os mais próximos de nós, iremos aumentando a nossa capacidade de unificação com outros seres humanos ou não, e o espírito devocional nos abrirá as portas do coração a entrada Daquele que for o nosso bem-amado.

Geralmente, as pessoas confundem o amor com ritualismo. O tipo mais elevado do devoto ama sem força de sentimentos, entrega-se sem sentir, ao passo que o ritualista ainda se expressa formalisticamente. O ritualista procura ser enquanto o devoto já é; aquela pessoa que não é ela mesmo, aquele que vive na alma do mundo, no próprio coração da vida. Por isso que hoje existe muitas religiões dogmáticas obrigando os seus fiéis a crerem neles, nos dirigentes das igrejas, e, não em Deus e estes dirigentes abusam financeiramente de seus fiéis.

Nós espiritualistas esotéricos, do “Amor Entre os Povos”, durante os nossos atendimentos nunca perguntamos às pessoas, qual é a religião que elas pertencem, porque para nós o que nos interessa é que elas passam a usar mais a sua “fé” para alcançar os seus objetivos. Nós atendemos em tudo, família muitas vezes com dramas terríveis, de financeiros a doentes de todos os tipos de males. Falamos em Deus, muito em Jesus, e principalmente de Nossa Senhora para levá-los cada vez mais perto do amor fraterno, o verdadeiro amor que um ser humano deve ter pelo outro, nosso lugar de atendimento é simples, porém, muito gostoso e aconchegante.