Fósseis Humanos - Parte III

Tantas brigas e eles não chegavam a nenhuma conclusão, e teve uma época, que os Evolucionistas Clássicos em suas crenças nada práticas acabaram se rendendo àqueles grupos que sustentavam que aqueles ossos encontrados, os fósseis, não eram só de monstros, porque os pequenos ossos eram muito parecidos com os dos seres humanos.

Há mais de 74 anos o professor Leakey encontrou fósseis em Kanam, em Quênia, perto do largo Vitória, com maxilar extremamente parecido com o do Homo Sapiens e pouco depois achou, em Kanjera, dois crânios nos quais o maxilar poderia ser muito bem adaptado. Com esses últimos achados levantou a polêmica que esses ossos eram de filhotes de Homo Sapiens.

Por este motivo os ossos achados também eram muito antigos quanto o primeiro, mas tinham idade bastante respeitável, cerca de 400 mil anos.

Só que dessa vez eles não falaram nada aos céticos, que ainda hoje, ouviram suas lamurias se o antropólogo Carleton Conn e o geólogo Louis Dupree, não houvesse encontrado nas grutas persas Hotu, em 1952, a carneiras de três indivíduos que viveram há mais de cem mil anos, indivíduos esses que sem dúvida alguma podemos considerar nossos semelhantes.

Nesse momento a confusão foi total, porque as coisas das pesquisas e a falta de verbas já iam muito mal, mas, ainda continuava teimar que ainda eram filhos do Homo Sapiens na mísera idade de 50 mil anos. Então, a confusão se tornou geral, ainda mais a amargura deles, surge um americano, Ralph Solecki, que puxa para fora da caverna iraquiana de Shanidar, os restos de um homem de Neandertal que viveu 45 mil anos atrás.

Naquela época, segundo as teorias clássicas, o neandertalense já deveria ter evoluído para Homo Sapiens.

A seguir, estoura o grande final: “O homem de Neandertal, em carne e osso aparece em cena no Marrocos, e deixa-se fotografar pelo professor Marcel Homet e rosna alguma coisa que poderíamos traduzir livremente assim: “Eis-me aqui, vivinho, ainda que não muito fascinante. Eu sou a pré-história em pessoa, encontro-me de fato nas mesmas condições de meu avo Dusseldorf; ando nu, sirvo-me de algumas maneiras de rudimentares apetrechos de pedra e de madeira, o meu vocabulário não vai além de algumas dezenas de rosnadeira, (as rosnadeiras eram dezenas de rosnados diferentes). Desgraçadamente não evolui nem um pouco, ‘O homem de Neandertal, nasci (240 anos atrás, vocês dizem, portanto, um bocado de tempo depois de seus semelhantes de Kanam e de Kanjera) e homem de Neandertal eu vou morrer como os outros, meus poucos companheiros, que sabe-se lá como, conseguiram sobreviver até hoje, na África Norte Ocidental”.

No congresso de pré-história realizado em Roma em 1962, o arqueólogo alemão Walter Matthes apresenta afinal algumas das 500 figurinhas representando homens e animais, por ele, descoberta nos arredores de Hamburgo, ao longo do Rio Elba. Trata-se das mais antigas estatuetas do mundo, uma vez que remontam, sem duvida, há 200 mil anos! E não é tudo: “as tensões que se reconhece nas pequenas cabeças esculpidas”.

A crônica é obrigada admitir, são aquelas do Homo Sapiens, a forma evoluída completamente inteligente do homem.

Hoje em dia ainda temos estudiosos que estão atrás de mais fósseis, mas já aceitando razoavelmente e se encaminhando para outras alternativas, e, tende a classificar o “homem” de Neandertal no ramo dos gorilas, reconhecendo que se temos antepassados em comum com os macacos, incontáveis milhões de anos nos separam dele.

Não há uma chance em mil de que o homem descenda dos macacos”, chega mesmo afirmar o professor Johannes Hurzeler. E não se trata de um antropólogo diletante: Hurzeler é o cientista que em 1958 deu a palavra final sobre o esqueleto encontrado em Baccinello, localidade há 25 km de Grosseto, onde já em 1872 foram descobertos ossos atribuídos na época, algum tipo de Símio com cauda, extinto: Tratava-se ao contrário dos restos do Oreopiteco.

Um pré-hominídeo com dez milhões de anos de idade, de acordo com as mais recentes deduções cientificas, esse ser, embora apresente caracteres “humanos”, não pode ser considerado um antepassado do homem atual: Ele contribui, portanto, para demonstrar a existência de ramos colaterais de nossa espécie, ramos aos quais devem ter pertencido entre outros os supostos “homem” de Pequim, Heidelberg e assim por diante. Eles voltaram dessa forma de papel famílias – simiesca que apresentam conosco alguns caracteres comum (e por ouro lado não os apresentam outros quadrúmanos vivos, como os curiosos “Narigudo” de Bornéu), e como tais devem ser excluídos de nossa árvore genealógica.

Dados copilados do livro “Antes dos Tempos Conhecido” de Peter kolosimo.